terça-feira, 7 de junho de 2011

DEZ FORMAS PARA TORNAR AGRADÁVEL U DIA DO PASTOR

1. Elogia seus sermões
O maior medo de um pastor consiste em se achar inadequado no púlpito. Elogiando-o honestamente, você apaga a sua ansiedade.

2. Não seja previsível.
Quando ele não estiver procurando por você, esteja lá. Quando o pastor não espera sua ajuda, ajude-o.

3. Valorize o Dia do Pastor.
Se sua igreja geralmente falha e esquece deste dia, tome a iniciativa. Os benefícios para ele são evidentes.

4. Lembre-se do seu aniversário.
Um presente adequado ou uma festa-surpresa dirá muito ao pastor sobre o quanto ele é amado. Mesmo que pareçam que não ligam, por dentro ficam felizes.

5. Apóie seus projetos.
Às vezes, você fica tão entusiasmado com seus próprios projetos que se esquecem daqueles que são caros para o seu pastor. Quando você participa dos projetos que ele propõe, está dizendo que se interessa por seus sonhos e aspirações e que você está pronto para ajuda-lo nas suas realizações.

6. Pague um almoço para ele.
Comunhão, discussão e refeição -- que bela combinação. Pode ser tudo o que o seu pastor precisa, especialmente se for num bom restaurante.

7. Reconheça suas realizações.
Seja o primeiro a comentar, na igreja ou em casa, o novo livro do seu pastor ou algum destaque que recebeu. Todos gostamos que as pessoas notem nossas conquistas. Seu pastor também.

8. Faça parte de sua equipe.
Deixe de lado o seu programa e integre a equipe do pastor. Troque o "eu" por "nós" nas tarefas da igreja. Seu pastor vai notar a diferença. Ele perceberá seu esforço em participar da equipe.

9. Organize uma equipe de oração do pastor.
Atue como o coordenador desta equipe. Ore publicamente pelo seu pastor. Ore individualmente pelo seu pastor.

10. Ponha seu pastor em primeiro lugar aos olhos da congregação.
Quanto mais crédito você dá a seu pastor mais crédito você terá. A congregação honrará você por honrar ao seu pastor.

Os pastores são verdadeiros homens de Deus. Lançando mão destas ações você mostrará seu amor e seu apoio e tornará mais fácil o trabalho do seu pastor. Isto lhe dará ânimo para continuar.

Danny R. Von Kanel

sábado, 4 de junho de 2011




Daniel Berg
Conheça a história do missionário, evangelista, pastor e fundador das Assembleias de DEUS no Brasil
Berg fundou as Assembleias de DEUS no Brasil em 18 de junho de 1911, juntamente com Gunnar Vingren e 18 crentes batistas de Belém (PA) que creram na doutrina do batismo no ESPÍRITO SANTO.

DANIEL BERG
(1884–1963)
Missionário, evangelista, pastor e fundador das Assembleias de DEUS no Brasil. Nasceu em 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargön, na Suécia, às margens do lago de Vernern. Quando recém-nascido, o padre da cidade visitou inúmeras vezes a casa de seus pais para convencê-los a batizá-lo, mas nada conseguiu. Por isso, desde criança, Daniel era mal visto pelo padre, que, desprestigiado, passou a dizer que a criança que não fosse batizada por ele jamais sairia de Vargön. “Já naquele tempo pude observar a desvantagem e o perigo de o povo ter uma fé dirigida, sem liberdade. A religião que dominava minha cidadezinha e arredores impossibilitava as almas de terem um encontro com o Salvador”, conta o pioneiro em suas memórias.

Quando o evangelho começou a entrar nos lares de Vargön, seus pais, Gustav Verner Högberg e Fredrika Högberg, o receberam e ingressaram na Igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, quando contava 15 anos de idade, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas na Igreja Batista de Ranum.

Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primavera nórdica, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M.S. Romeu, com destino aos Estados Unidos. “Como tantos outros haviam feito antes de mim”, frisava. O motivo foi a grande depressão financeira que dominara a Suécia naquele ano.

Em 25 de março de 1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época, em realizar-se profissionalmente. Mas DEUS tinha um plano diferente e especial para sua vida.

De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhe conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado. Só Lewi Pethrus*, seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. “Vive em uma cidade próxima, onde prega o evangelho”, explicou sua mãe.

Logo chegou a seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no ESPÍRITO SANTO, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a “nova doutrina”.

Chegando à igreja do amigo Lewi Pethrus (Igreja Batista de Lidköping), encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto, conversaram longamente sobre a nova doutrina. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu de seus pais e partiu, pois sua intenção não era permanecer na Suécia, mas retornar à América do Norte.

Em 1909, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a DEUS, pedindo o batismo no ESPÍRITO SANTO. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda a sua atenção à busca da bênção.

Ao aproximar-se das plagas norte-americanas, sua oração foi respondida. A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a pregar mais a Palavra de DEUS e a contar seu testemunho a todos.

Ainda em 1909, por ocasião de uma conferência em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no ESPÍRITO SANTO. Os dois conversaram horas sobre as convicções que tinham. Uma delas é que tanto um como o outro acreditava que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.

Quando Vingren estava em South Bend, Daniel Berg estava trabalhando em uma quitanda em Chicago quando o ESPÍRITO SANTO mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando a igreja Batista dali. “Irmão Gunnar, JESUS ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu nome”, disse Berg. “Está bem!”, respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrar-se diariamente para estudarem as Escrituras e orarem juntos, esperando uma orientação de DEUS.

Após a revelação divina dada ao irmão Olof Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: “Aqui você pode pregar o Evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago”. Mas ele estava convicto da chamada e não voltou atrás.

Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para a pessoa que recebesse a oferta.

Esse gesto serviu de consolo para Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova Iorque, e de lá para o Brasil em um navio.

No Pará, Daniel, com 26 anos de idade, logo se empregou como caldereiro e fundidor na Companhia Port of Pará, recebendo salário mensal de 12 mil réis, passou a custear as aulas de português ministradas a Vingren por um professor particular. No fim do dia, Vingren ensinava o que aprendera a Daniel. Justamente por isso, Berg nunca aprendeu bem a língua portuguesa. O dinheiro que sobrava era usado na compra de Bíblias nos Estados Unidos.

Tão logo começou a se fazer entender na língua portuguesa, passou a evangelizar nas cidades e vilas ao longo da Estrada de Ferro Belém-Bragança, enquanto Vingren cuidava do trabalho recém-nascido na capital. Como o evangelho era praticamente desconhecido no interior do Pará, Berg se tornou o pioneiro da evangelização na região. É que as igrejas evangélicas existentes na época não tinham recursos suficientes para promover a evangelização no interior.

Após a evangelização de Bragança, tornou-se também o pioneiro na evangelização da Ilha de Marajó, onde peregrinou por muitos anos, a bordo de pequenas e grandes canoas. Berg ia de ilha em ilha, levando a mensagem bíblica aos pequenos grupos evangélicos que iam se formando por onde passava.

No início de 1920, Daniel visitou a Suécia, onde se enamorou com a jovem Sara, com quem se casou em 31 de julho daquele ano. Em março de 1921, retornou ao Brasil, acompanhado por sua esposa. O casal teve dois filhos: David e Débora.

Em 1922, seguiu para Vitória (ES) para estabelecer a Assembléia de DEUS naquela capital, permanecendo até 1924, quando foi para Santos fundar a AD no Estado de São Paulo. Em 1927, o casal Berg mudou-se para a capital São Paulo, onde Daniel continuou fazendo seu trabalho de evangelismo até 1930.
Depois de um período de descanso, seguiu para a obra missionária em Portugal, entre os anos 1932-1936, na cidade de Porto. Após passar pela Suécia, retornou ao Brasil, em 11 de maio de 1949. Permaneceu na cidade de SANTO André (SP) até 1962, quando retornou definitivamente para a Suécia.

Daniel Berg sempre foi muito humilde e simples. Em suas pregações e diálogos, sempre demonstrou essas virtudes. Ninguém o via irritado ou desanimado. Sempre que surgia algum problema, estas eram suas palavras: “JESUS é bom. Glória a JESUS! Aleluia! JESUS é muito bom. Ele salva, batiza no ESPÍRITO SANTO e cura os enfermos. Ele faz tudo por nós. Glória a JESUS! Aleluia!”.

No Jubileu de Ouro das Assembleias de DEUS no Brasil, comemorado em Belém, Berg estava lá, inalterado, enquanto os irmãos faziam referência a sua atuação no início da obra. Para ele, a glória era única e exclusivamente para JESUS. Berg considerava-se apenas um instrumento de DEUS.

Nas comemorações do Jubileu no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, quando pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro, Berg externou visivelmente em seu rosto a ideia de que não merecia tal honraria.

Até 1960, Berg recebeu, diretamente de DEUS, a cura de suas enfermidades mediante a oração da fé. Mas, a respeito de suas condições de vida nos seus anos finais, pode-se inferir que não tinha o amparo que merecia. A esse respeito, o pioneiro Adrião Nobre protestou na revista A Seara, edição de novembro-dezembro de 1957, p. 32: “O irmão Berg reside em São Paulo (cidade de SANTO André). Não sei como ele vive ultimamente; tive, contudo, notícias desagradáveis com relação à sua condição de vida – não tem, segundo soube, o descanso que merece, nem o conforto que lhe devemos proporcionar. Irmãos, não sejamos injustos, lembremo-nos de auxiliar o tão amado pioneiro da obra pentecostal no Brasil”.
Em 1963, foi hospitalizado na Suécia. Mesmo assim, ainda trabalhava para o Senhor. Ele saía da enfermaria para distribuir folhetos e orar pelos que se decidiam. A disciplina interna do hospital não lhe permitia fazer esse trabalho, por isso uma enfermeira foi designada para impor-lhe a proibição. Porém, ao deparar-se com o homem de DEUS alquebrado pelo peso dos anos, mas vigoroso em sua tarefa espiritual, não teve coragem e desistiu da tarefa. Berg, então, continuou a oferecer literaturas.

Finalmente, em 27 de maio de 1963, aos 79 anos, Daniel Berg morreu. Sua esposa, Sara, faleceu em 11 de abril de 1981.

Fontes: BERG, Daniel. Enviado por DEUS. Rio de Janeiro: CPAD, 8ª edição, 2000, 208 pp; VINGREN, Ivar. O diário do pioneiro – Gunnar Vingren. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª edição, 1973, 222 pp; CONDE, Emílio. História das Assembleias de DEUS no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª edição, 2000. pp. 19- 50; Ivar Vingren skriver om svensk pingstmission i Brasilien - Från missionsInstitutes serie av missionärsberättelser (Ivar Vingren escreve sobre a missão pentecostal sueca no Brasil - Da série de relatos de missionários do Instituto de Missões). Suécia, 1994, pp. 20-27; DESPERTAMENTO apostólico no Brasil. Tradução: Ivar Vingren. Rio de Janeiro: CPAD, 1987, pp. 7-44; VINGREN, Ivar. Det började i Pará - Svensk Pingstmission i Brasilien (Tudo começou no Pará - missão pentecostal sueca no Brasil). Ekrö, Suécia: MissionsInstitutet-PMU, 1994, pp. 28-34; Boa Semente, Belém (PA), setembro 1930, p. 5; Mensageiro da Paz, CPAD, setembro 1999; janeiro 1997; dezembro 1985; junho 1980; março 1980; agosto 1936, p. 5, 1a quinzena; julho 1936, p. 7, 2a quinzena; fevereiro 1933, p. 7, 2a quinzena; julho 1963 p. 1 2a quinzena; novembro 1933, p. 6, 2a quinzena; novembro 1989, p. 12; setembro 1981; Obreiro, CPAD, jan-mar 1979, pp.42-45; A Seara, CPAD, janeiro 1957, pp. 23-26, 36; julho 1963, pp. 4, 5.

Texto extraído do Dicionário do Movimento Pentecostal, editora CPAD, 1ª edição, 2007, Rio de Janeiro, pgs. 122-124

CENTENÁRIO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS

Daniel Berg
Conheça a história do missionário, evangelista, pastor e fundador das Assembleias de DEUS no Brasil
Berg fundou as Assembleias de DEUS no Brasil em 18 de junho de 1911, juntamente com Gunnar Vingren e 18 crentes batistas de Belém (PA) que creram na doutrina do batismo no ESPÍRITO SANTO.



DANIEL BERG
(1884–1963)
Missionário, evangelista, pastor e fundador das Assembleias de DEUS no Brasil. Nasceu em 19 de abril de 1884, na pequena cidade de Vargön, na Suécia, às margens do lago de Vernern. Quando recém-nascido, o padre da cidade visitou inúmeras vezes a casa de seus pais para convencê-los a batizá-lo, mas nada conseguiu. Por isso, desde criança, Daniel era mal visto pelo padre, que, desprestigiado, passou a dizer que a criança que não fosse batizada por ele jamais sairia de Vargön. “Já naquele tempo pude observar a desvantagem e o perigo de o povo ter uma fé dirigida, sem liberdade. A religião que dominava minha cidadezinha e arredores impossibilitava as almas de terem um encontro com o Salvador”, conta o pioneiro em suas memórias.

Quando o evangelho começou a entrar nos lares de Vargön, seus pais, Gustav Verner Högberg e Fredrika Högberg, o receberam e ingressaram na Igreja Batista. Logo procuraram educar o filho segundo os princípios cristãos. Em 1899, quando contava 15 anos de idade, Daniel converteu-se e foi batizado nas águas na Igreja Batista de Ranum.

Em 1902, aos 18 anos, pouco antes do início da primavera nórdica, deixou seu país. Embarcou a 5 de março de 1902, no porto báltico de Gothemburgo, no navio M.S. Romeu, com destino aos Estados Unidos. “Como tantos outros haviam feito antes de mim”, frisava. O motivo foi a grande depressão financeira que dominara a Suécia naquele ano.

Em 25 de março de 1902, Daniel desembarcou em Boston. No Novo Mundo, sonhava, como tantos outros de sua época, em realizar-se profissionalmente. Mas DEUS tinha um plano diferente e especial para sua vida.

De Boston, viajou para Providence, Rhode Island, para se encontrar com amigos suecos, que lhe conseguiram um emprego numa fazenda. Permaneceu nos Estados Unidos por sete anos, onde se especializou como fundidor. Com saudades do lar, retornou à cidade natal, onde o tempo parecia parado. Nada havia se modificado. Só Lewi Pethrus*, seu melhor amigo, companheiro de infância, não morava mais ali. “Vive em uma cidade próxima, onde prega o evangelho”, explicou sua mãe.

Logo chegou a seu conhecimento que seu amigo recebera o batismo no ESPÍRITO SANTO, coisa nova para sua família. A mãe do amigo insistiu para que Daniel o visitasse. Aceitou o convite. No caminho, estudou as passagens bíblicas onde se baseava a “nova doutrina”.

Chegando à igreja do amigo Lewi Pethrus (Igreja Batista de Lidköping), encontrou-o pregando. Sentou e prestou atenção na mensagem. Após o culto, conversaram longamente sobre a nova doutrina. Daniel demonstrou ser favorável. Em seguida, despediu de seus pais e partiu, pois sua intenção não era permanecer na Suécia, mas retornar à América do Norte.

Em 1909, em meio à viagem de retorno aos Estados Unidos, Daniel orou com insistência a DEUS, pedindo o batismo no ESPÍRITO SANTO. Como não estava preocupado como da primeira vez, posto que já conhecia os EUA, canalizou toda a sua atenção à busca da bênção.

Ao aproximar-se das plagas norte-americanas, sua oração foi respondida. A partir de então, sua vida mudou. Daniel passou a pregar mais a Palavra de DEUS e a contar seu testemunho a todos.

Ainda em 1909, por ocasião de uma conferência em Chicago, Daniel encontrou-se com o pastor batista Gunnar Vingren, que também fora batizado no ESPÍRITO SANTO. Os dois conversaram horas sobre as convicções que tinham. Uma delas é que tanto um como o outro acreditava que tinham uma chamada missionária. Quanto mais dialogavam, mais suas chamadas eram fortalecidas.

Quando Vingren estava em South Bend, Daniel Berg estava trabalhando em uma quitanda em Chicago quando o ESPÍRITO SANTO mandou que se mudasse para South Bend. Berg abandonou seu emprego e foi até lá, onde encontrou Vingren pastoreando a igreja Batista dali. “Irmão Gunnar, JESUS ordenou-me que eu viesse me encontrar com o irmão para juntos louvarmos o seu nome”, disse Berg. “Está bem!”, respondeu Vingren com singeleza. Passaram, então, a encontrar-se diariamente para estudarem as Escrituras e orarem juntos, esperando uma orientação de DEUS.

Após a revelação divina dada ao irmão Olof Uldin de que o lugar para onde deveriam ir era o Pará, no Brasil, Daniel Berg, contra a vontade dos seus patrões, abandonou o emprego. Eles argumentaram: “Aqui você pode pregar o Evangelho também, Daniel; não precisa sair de Chicago”. Mas ele estava convicto da chamada e não voltou atrás.

Ao se despedir, Berg recebeu de seu patrão uma bolacha e uma banana. Essa era uma tradição antiga nos Estados Unidos. Simbolizava o desejo de que jamais faltasse alimento para a pessoa que recebesse a oferta.

Esse gesto serviu de consolo para Berg, que em seguida partiu com Vingren para Nova Iorque, e de lá para o Brasil em um navio.

No Pará, Daniel, com 26 anos de idade, logo se empregou como caldereiro e fundidor na Companhia Port of Pará, recebendo salário mensal de 12 mil réis, passou a custear as aulas de português ministradas a Vingren por um professor particular. No fim do dia, Vingren ensinava o que aprendera a Daniel. Justamente por isso, Berg nunca aprendeu bem a língua portuguesa. O dinheiro que sobrava era usado na compra de Bíblias nos Estados Unidos.

Tão logo começou a se fazer entender na língua portuguesa, passou a evangelizar nas cidades e vilas ao longo da Estrada de Ferro Belém-Bragança, enquanto Vingren cuidava do trabalho recém-nascido na capital. Como o evangelho era praticamente desconhecido no interior do Pará, Berg se tornou o pioneiro da evangelização na região. É que as igrejas evangélicas existentes na época não tinham recursos suficientes para promover a evangelização no interior.

Após a evangelização de Bragança, tornou-se também o pioneiro na evangelização da Ilha de Marajó, onde peregrinou por muitos anos, a bordo de pequenas e grandes canoas. Berg ia de ilha em ilha, levando a mensagem bíblica aos pequenos grupos evangélicos que iam se formando por onde passava.

No início de 1920, Daniel visitou a Suécia, onde se enamorou com a jovem Sara, com quem se casou em 31 de julho daquele ano. Em março de 1921, retornou ao Brasil, acompanhado por sua esposa. O casal teve dois filhos: David e Débora.

Em 1922, seguiu para Vitória (ES) para estabelecer a Assembléia de DEUS naquela capital, permanecendo até 1924, quando foi para Santos fundar a AD no Estado de São Paulo. Em 1927, o casal Berg mudou-se para a capital São Paulo, onde Daniel continuou fazendo seu trabalho de evangelismo até 1930.
Depois de um período de descanso, seguiu para a obra missionária em Portugal, entre os anos 1932-1936, na cidade de Porto. Após passar pela Suécia, retornou ao Brasil, em 11 de maio de 1949. Permaneceu na cidade de SANTO André (SP) até 1962, quando retornou definitivamente para a Suécia.

Daniel Berg sempre foi muito humilde e simples. Em suas pregações e diálogos, sempre demonstrou essas virtudes. Ninguém o via irritado ou desanimado. Sempre que surgia algum problema, estas eram suas palavras: “JESUS é bom. Glória a JESUS! Aleluia! JESUS é muito bom. Ele salva, batiza no ESPÍRITO SANTO e cura os enfermos. Ele faz tudo por nós. Glória a JESUS! Aleluia!”.

No Jubileu de Ouro das Assembleias de DEUS no Brasil, comemorado em Belém, Berg estava lá, inalterado, enquanto os irmãos faziam referência a sua atuação no início da obra. Para ele, a glória era única e exclusivamente para JESUS. Berg considerava-se apenas um instrumento de DEUS.

Nas comemorações do Jubileu no Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, quando pastor Paulo Leivas Macalão colocou em sua lapela uma medalha de ouro, Berg externou visivelmente em seu rosto a ideia de que não merecia tal honraria.

Até 1960, Berg recebeu, diretamente de DEUS, a cura de suas enfermidades mediante a oração da fé. Mas, a respeito de suas condições de vida nos seus anos finais, pode-se inferir que não tinha o amparo que merecia. A esse respeito, o pioneiro Adrião Nobre protestou na revista A Seara, edição de novembro-dezembro de 1957, p. 32: “O irmão Berg reside em São Paulo (cidade de SANTO André). Não sei como ele vive ultimamente; tive, contudo, notícias desagradáveis com relação à sua condição de vida – não tem, segundo soube, o descanso que merece, nem o conforto que lhe devemos proporcionar. Irmãos, não sejamos injustos, lembremo-nos de auxiliar o tão amado pioneiro da obra pentecostal no Brasil”.
Em 1963, foi hospitalizado na Suécia. Mesmo assim, ainda trabalhava para o Senhor. Ele saía da enfermaria para distribuir folhetos e orar pelos que se decidiam. A disciplina interna do hospital não lhe permitia fazer esse trabalho, por isso uma enfermeira foi designada para impor-lhe a proibição. Porém, ao deparar-se com o homem de DEUS alquebrado pelo peso dos anos, mas vigoroso em sua tarefa espiritual, não teve coragem e desistiu da tarefa. Berg, então, continuou a oferecer literaturas.

Finalmente, em 27 de maio de 1963, aos 79 anos, Daniel Berg morreu. Sua esposa, Sara, faleceu em 11 de abril de 1981.

Fontes: BERG, Daniel. Enviado por DEUS. Rio de Janeiro: CPAD, 8ª edição, 2000, 208 pp; VINGREN, Ivar. O diário do pioneiro – Gunnar Vingren. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª edição, 1973, 222 pp; CONDE, Emílio. História das Assembleias de DEUS no Brasil. Rio de Janeiro: CPAD, 1ª edição, 2000. pp. 19- 50; Ivar Vingren skriver om svensk pingstmission i Brasilien - Från missionsInstitutes serie av missionärsberättelser (Ivar Vingren escreve sobre a missão pentecostal sueca no Brasil - Da série de relatos de missionários do Instituto de Missões). Suécia, 1994, pp. 20-27; DESPERTAMENTO apostólico no Brasil. Tradução: Ivar Vingren. Rio de Janeiro: CPAD, 1987, pp. 7-44; VINGREN, Ivar. Det började i Pará - Svensk Pingstmission i Brasilien (Tudo começou no Pará - missão pentecostal sueca no Brasil). Ekrö, Suécia: MissionsInstitutet-PMU, 1994, pp. 28-34; Boa Semente, Belém (PA), setembro 1930, p. 5; Mensageiro da Paz, CPAD, setembro 1999; janeiro 1997; dezembro 1985; junho 1980; março 1980; agosto 1936, p. 5, 1a quinzena; julho 1936, p. 7, 2a quinzena; fevereiro 1933, p. 7, 2a quinzena; julho 1963 p. 1 2a quinzena; novembro 1933, p. 6, 2a quinzena; novembro 1989, p. 12; setembro 1981; Obreiro, CPAD, jan-mar 1979, pp.42-45; A Seara, CPAD, janeiro 1957, pp. 23-26, 36; julho 1963, pp. 4, 5.

Texto extraído do Dicionário do Movimento Pentecostal, editora CPAD, 1ª edição, 2007, Rio de Janeiro, pgs. 122-124

A BELEZA DA MULHER MADURA!



A MULHER MADURA não é ventania, ela é ar em movimento. Ela possui uma beleza peculiar que não se iguala a nenhuma outra. Pena daqueles que não sabem percebê-las!!!


A MULHER MADURA não PEGA, ela TOCA.

A MULHER MADURA não come, ela se ALIMENTA.

A MULHER MADURA não provoca, ela já é PROVOCANTE.

A MULHER MADURA não é inteligente, ela é SÁBIA.

A MULHER MADURA não se insinua, ela mostra o CAMINHO sutilmente.

A MULHER MADURA não se precipita, ela espera o MOMENTO CERTO.

A MULHER MADURA não nada, ela NAVEGA.

A MULHER MADURA não voa, ela FLUTUA.

A MULHER MADURA não pensa em quantidade, ela prefere QUALIDADE.

A MULHER MADURA não vê, ela OBSERVA.

A MULHER MADURA não anda, ela CAMINHA.

A MULHER MADURA não deita, ela ADORMECE.

A MULHER MADURA não é pretensiosa, ela simplesmente se GOSTA.

A MULHER MADURA não julga, ela ANALISA.

A MULHER MADURA não compara, ela ASSIMILA.

A MULHER MADURA não consola, ela ACALENTA.

A MULHER MADURA não acorda, ela DESPERTA.

A MULHER MADURA não coloca algemas, ela os deixa LIVRE.

A MULHER MADURA não enfeitiça, ela ENCANTA.

A MULHER MADURA não é decidida, ela apenas sabe O QUE QUER.

A MULHER MADURA não é exigente, ela é SELETIVA.

A MULHER MADURA não senti-se velha, ela se considera EXPERIENTE.

A MULHER MADURA não se lamenta, ela tenta fazer DIFERENTE.

A MULHER MADURA não tem medo, ela tem RECEIOS.

A MULHER MADURA não faz juras, ela deixa por conta do TEMPO.

A MULHER MADURA não tira conclusões, ela faz SUPOSIÇÕES.

A MULHER MADURA “não desce do salto”, ela tem “JOGO DE CINTURA”.

A MULHER MADURA não brilha, ela é ILUMINADA.

A MULHER MADURA não dá tchau, ela ACENA.

A MULHER MADURA não gosta de ser vigiada, ela prefere ser ESCOLTADA.

A MULHER MADURA não é moderna, ela é ELEGANTE.

A MULHER MADURA não quer ser cobiçada, ela prefere ser DESEJADA.

A MULHER MADURA não possui sombras, ela tem AURA.

A MULHER MADURA não adivinha, ela tem PERCEPÇÃO.

A MULHER MADURA não faz sexo, ela é mestre na ARTE DE AMAR.

A MULHER MADURA não fica, ela se ENVOLVE.

A MULHER MADURA não é fácil, ela é FLEXÍVEL.

A MULHER MADURA não manda, ela ADMINISTRA.

A MULHER MADURA não aflora, ela é um constante FLORESCER.

Enfim, a MULHER MADURA é um conjunto de todas as belezas possíveis. É MULHER sensível, mas ao mesmo tempo uma verdadeira guerreira, é forte, mas é feminina, porém, muitos não possuem sensibilidade para perceber tal beleza, mas aqueles que descobrem, preferem morrer nos braços dessa tal mulher, que não é DOCE, mas que, simplesmente é puro MEL.

Clique aqui e escolha a sua no Site TonyGifsJavas.com.br


Com meu amor, Lúcia Izidoro

sexta-feira, 3 de junho de 2011

BELEZA SEM SENTIDO



Como jóia de ouro em focinho de porco,assim é a mulher formosa que não tem discrição
(Pv 11.22).


Definindo o termo "discrição":Falta de prudência,
discernimento,razão.
As mulheres de Israel usavam anéis no nariz,da
mesma forma que as mulheres de hoje usam brincos e anéis
(veja Êx 20).Os porcos eram considerados animais imundos,
o que torna rídiculo o exemplo de um anel de ouro no nariz
de um porco.Um anel de ouro não pode embelezar um porco sujo.
Sememlhanemente,supor que a beleza física de uma mulher
pode encobrir sua falta de prudência(ou consciência moral) é
rídiculo.A beleza exterior ao lado da conduta imprudência não
tem valor algum e, na verdade, transforma a beleza em feiúra.
A Bíblia tem muito a dizer tanto sobre beleza interior como
sobre beleza exterior.
Tente imaginar um porco brincando na lama com um anel de ouro
no focinho . Difícil , não é mesmo ? Mas é exatamente assim
que a Bíblia descreve a mulher que não tem discrição.
(leia Provérbios 11:22). Díficil de aceitar,mas é verdade .
A discrição é definida no Dicionário de Houaiss
como qualidade de quem é reservado ,comedido e não revela
segredo dos outros. Em outras palavras, a capacidade de
discernir o que é bom e o que não é bom pra dizer e fazer.
Como já definimos à cima.

Muitas mulheres não percebem o quão importante é a discrição
para sua própria reputação.Elas ficam tentando mostrar muita
simpatia mas, quando chega a hora de serem discretas,não conseguem.
Elas facilmente fazem fofoca sobre as pessoas,criticam os outros e
falam sobre assuntos particulares com pessoas que não tem nada a
ver com elas,além de fazerem piadas com pessoas erradas,na hora
errada e com as palavras erradas. Outras sofrem por não conseguirem
se manter em seus devidos lugares. Não percebem o quão rídículo
é uma mulher gritar ou falar alto com os outros, flertar com
homens comprometidos e ser rude em público com pessoas queridas.
Não vamos esquecer daquelas que são indiscretas na maneira de se verti,
como se os seus corpos fossem o centro de deleite dos homens .
Tais mulheres são bonitas,mas por causa de sua maneira de
falar e de suas atitudes,sua beleza se torna simplesmente vã.

Ser discreta também é evitar se envolver em problemas.
Pense sobre o assunto. Vamos usar os exemplos que já foram dados:

• 1 - Fofocas e criticas : Quando uma mulher faz uma fofoca de
alguém para a amiga,certamente também faz fofoca desta amiga
para as outras. Isto significa que ela ,provavelmente,tem
poucas amigas e as amigas que tem não confiam nela.

• 2 - Compartilhar assuntos confidenciais : Freqüentemente ,
sua familia é vítima de seus comentários desnecessários e ,
por isso, não pode confiar em você para guardar informações
importantes e confidenciais.

• 3 - Piadas impróprias : Simplesmente fazem a mulher parecer
uma tola e desagradável para se conviver.

• 4 – Gritar e falar alto com os outros : Significa que a
mulher está jogando toda sua feminilidade e que é uma pessoa
difícil de se lidar .

• 5 - Flertar com homens comprometidos : Será que é necessário
mencionar que tipo de problema trará à pessoa ?

• 6 - Ser rude com as pessoas mais queridas : Se uma pessoa é
rude com pessoas mais próximas dela imagine as quem não são.

• 7 - A indiscrição na maneira de se vestir : Isso pode significar
que a pessoa necessita desesperadamente de atenção.

Vamos ser bela mas com bom senso.Afinal ,nenhuma mulher quer ser
comparada a um focinho de porco .
Minha fonte:
(melhordoquecomprarsapatos-livro e também de minha autoria)
Bjs N'alma
Lúcia Izidoro

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Agradecimento

Estes dois banners recebi de meu amigo...Designer de Cristo
Muito obrigada amigo,Deus te abençoe!!!





uma Mulher Forte é uma Mulher de Força









Mulher forte comete erros e evita-os no futuro...
Uma mulher de força percebe que os erros na vida
também podem ser bençãos inesperadas e aprende com elas..
Uma mulher forte não permite que ninguém tire o melhor dela...
Uma mulher de força dá o melhor de si a todos.
Uma mulher forte não tem medo de nada...
Uma mulher de força demonstra coragem,
em meioa seus medos.
Uma mulher de força constrói relacionamentos para manter
sua alma em forma...
Uma mulher forte tem um olhar de segurança na face...
Uma mulher de força tem graça.
Uma mulher forte acredita que ela é forte o suficiente para a jornada...
Uma mulher de força tem fé que é durante a jornada que ela se tornará forte.
Bjs N'alma,Lúcia Izidoro.

Sexualidade um Dom do Criador

"Já despi as minhas vestes"...(Ct 5.3ª).
Embora a palavra "sexo" não apareça na Bíblia, a linguagem bíblica
descreve o plano de Deus para o comportamento sexual humano,
inclusive para a geração de uma descendência e para o
comportamento sexual no casamento.O sexo foi planejado pelo
criador como um presente especial,que permite ao marido e à
esposa expressarem sua unidade em amor íntimo e exclusivo e
compartilhar do plano da procriação.Os impulsos sexuais são
dados por Deus como um meio de atingir o êxtase natural mais
elevado que o corpo humano pode experimentar, e dizer:"Eu sou
do meu amado, e o meu amado é meu...(Ct 6.3ª e 7.6) "Quão
formosa e quão aprazível és,ó amor em delícias"!Eles são
destruritos apenas quando estão fora de controle ou são
mal utilizados.Existem passagens que valorizam o sexo e
que o celebram com alegria(cf Gn 18.12;26.8).Os desvios
sexuais são claramente condenados tal como:Homossexualismo
(Lv18.22;Rm 1.26,27),Bestialidade ou seja sexo com animais
(Êx 22.10;Lv 18.23);Incesto(Lv 18.6-18;1 Co 5.1-13);Estupro
(Dt 22.23-29);Prostituição(Pv 7.1-27,29.3);Infidelidade conjugal
é condenado como imoralidade sexual (Êx 20.14,Dt 22.22,1Co 6.9,10).
Os cristãos devem exercitar o domínio próprio para superar os
impulsos sexuais inadequados.E o que dizer da masturbação?
A masturbação é um ato pecaminoso porque é algo egoísta,onde,
sem compartilhamento,a pessoa volta-se para si própria,e
não cumpre o propósito divino para a sexualidade:expressar
amor conjugal,promover o bem-estar,e propagar a raça humana.
Alguns liberais dizemser a masturbação um modo de se aliviar
a tensão sexual, e que praticá-la é uma questão de liberdade cristã.
Saíba que masturbação, é um ato pecaminoso.Leia comigo em
(Êx 20.17"Não cobiçarás a mulher do teu próximo...
Nem coisa alguma do teu próximo" e Mt 5.28"Qualquer que o
lhar para uma mulher com intenão impura, no seu
coração já cometeu adultério com ela").
Você que está lendo este artigo pergunta e o que
isto tem haver com masturbação?
E eu respondo com outra pergunta:Em que as pessoas
pensam enquanto se masturbam? certamente não é em um
delicioso sorvete de chocolate.Levando-os em fantasias
mentais eróticas,podemos afirmar que a masturbação é pecado sim.
O adultério do coração mencionado por Cristo,não se trata de
um impulso sexual natural.
Mas refere-se antes,àquelas fantasias propositais,
voluntariamente abrigadas e desenvolvidas.
Ao masturbar-se,geralmente a pessoa imagina-se
num relacionamento físico com uma pessoa,
incorrendo assim o que Jesus afirmou:"No coração,já adulterou".O adultério pode se dar tanto na mente quanto no ato.Aprenda que, vida cristã vitoriosa
não combina com sentimento de culpa.
Com meu Carinho,
Lúcia Iziodro

quarta-feira, 18 de maio de 2011

♥ Desperta Débora!!! ♥


O nome Desperta Débora ♥ veio de uma leitura de [Juizes 5]. No texto bíblico, Débora afirma que as aldeias estavam desertas, outros deuses surgiram na nação, até que "Eu, Débora, me levantei por mãe de Israel". E no versículo 7 ela faz uma auto-ministração dizendo: "Desperta, Débora, desperta, acorda"♥.

Como Débora, juíza em Israel, fomos desafiadas a despertar e nos posicionar como “mães Brasileiras”.♥


Ao testemunharmos nossa juventude sendo destruída pela violência, vícios, desestrutura familiar, emocional e principalmente espiritual, sentimos a necessidade de nos organizarmos em batalha Espiritual e nesta guerra temos lutado de joelhos! E você está convidada a entrar para o nosso exército de mais de milhões intercessoras em todo o Brasil.

O Objetivo deste movimento é: Despertar mães intercessoras, biológicas, adotivas ou espirituais de todo o universo , comprometidas com Deus, a orar diariamente, 15 minutos por dia, pelos seus filhos e pela juventude brasileira, para que Deus opere um despertamento espiritual sem precedentes na história dessa juventude.

Mãe, você tem autoridade Espiritual sobre a vida de seus filhos, venha aprender como usá-la!♥
Participe desse movimento e testemunhe, o milagre que está sendo gerado e sustentado em oração na vida de seus filhos! Eles serão os futuros pastores, evangelistas, missionários, líderes que farão a diferença nesta Nação!

Alvos de Oração das “Déboras”· A conversão de seus filhos.
♥ A Conversão dos amigos de seus amigos e libertação das más companhias.
♥ A restauração dos que estão desviados dentro e fora das igrejas ;
♥ O Despertamento missionário de 50.000 jovens. Um compromisso missionário para o resto de suas vidas,tornando-se um “Jovem, geração compromisso”.
♥ Tornar-se um missionário na sua escola, em outra cultura ou um mantenedor de missões.
♥ A consagração da Geração Compromisso.
♥Um avivamento das escolas e das universidades, local onde os filhos passam a maior parte do dia.

♥Como ser uma Débora?♥

Orando, Jejuando,instruindo,Orientando seus filhos. Incentivando-os ir à Escola Bíblica Dominical aprender com a palavra de Deus♥.
Reunião:

Todas as sgundas-feira às 19h na asssembléia de Deus, no Jardim são João em Guarulhos.Temos nosso círculo de oração.Além de orarmos diariamente por nosssos filhos e juventude brasileira, temos nosso culto, onde compartilhamos as nossas experiências e testemunhamos do que Deus tem feito na vida dos nossos filhos.

"Não Trabalharão debalde, nem terão filhos para a perturbação, porque são a semente dos benditos do Senhor, e os seus descendentes, com eles.
E será que, antes que clamem, eu reponderei, estando eles ainda falando, eu os ouvirei."[ Isaias 65:23,24] ♥

"Não geramos para povoar o inferno, geramos para ver os nossos filhos rendidos aos pés do Senhor!" ♥

"Deus não resiste à uma mãe que ora!♥"


Com Meu amor♥, Lúcia Izidoro♥

♥Rispa, Uma Mãe Incansável♥


“Então Rispa, filha de Aiá, tomou um pano de saco, e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu; e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.” (2Sm 21.10.) Rispa era uma mulher forte e de caráter firme. Seu nome significa “pedra quente”. Ela era filha de Aiá, cujo nome vem da mesma raiz da palavra “intocável”. Apesar de poucos ou nenhum controle sobre sua vida, Rispa ainda conseguiu manter seu senso de dignidade. Como cocunbina do rei Saul, ela lhe deu dois filhos: Armoni e Mefibosete. (Ao que parece, que tinha o mesmo nome do filho de Jônatas, o amigo de Davi. Talvez por ser Uma das esposas de Saul, Rispa e seus filhos se considerassem mesmo” intocáveis”. No mundo antigo,as concubinas eram consideradas propriedade, não sendo, porém escravas.
Muitas mulheres pensam que sua posição social, sua riqueza, ou mesmo sua capacidade intelectual as colocam em um pedestal “intocável”. Mas isto não é verdade! Todas nós estamos sujeitas às vicissitudes (mudanças) da vida. Todas nós somos vulneráveis às tempestades e aos açoites dos vendavais que podem surgir inesperadamente em alguma curva do caminho da vida... E é nessas horas que o caráter se revela. Nosso interior torna-se exposto, como em uma vitrine, quando somos assoladas pelas provações, e quem sabe, pelas tragédias.
A Bíblia nos relata que houve três anos de fome em Israel. Foi um tempo difícil e com grandes perdas para o povo e a nação. O rei Davi então consultou ao Senhor e veio a resposta divina: “Há culpa de sangue sobre Saul e sobre a sua casa, porque ele matou os gibeonitas.” (2 (Samuel 21.v.1b.) Davi chamou os gibeonitas e lhes perguntou: “O que quereis que eu vos faça? E que resgate vos darei, para que abençoeis a herança do Senhor?” E a sua resposta foi: “Não é por prata nem ouro que temos questão com Saul e com sua casa; nem tampouco pretendemos matar pessoa alguma em Israel [...] Quanto ao homem que nos destruiu e procurou que fôssemos assolados, sem que pudéssemos subsistir em limite algum de Israel, de seus filhos se nos dêem sete homens, para que os enforquemos ao Senhor, em Gibeá de Saul, o eleito do Senhor...” (2 Sm 21.v.3-6.)
Davi estava diante de dura situação: de um lado o povo de Israel, sofrendo com a seca as conseqüências da desobediência de Saul e de outro lado a dor de mandar enforcar homens da sua própria família, pois Davi era genro de Saul... Saul não respeitara a aliança feita por Josué aos gibeonitas (Js 9.15, 20-21). Quando Canaã fora conquistada pelo exército de Israel, os moradores de Gibeom vieram a Josué e, fingindo vir de uma terra muito distante (fora dos limites da “Terra Prometida”), pediram-lhe que fizesse aliança com eles: que lhes conservariam a vida e seria um povo amigo. O líder Josué não consultou ao Senhor nessa questão, talvez por julgá-la de pouca importância; e concedeu-lhes paz e firmou aliança de proteção. Foi então que descobriu que eles eram moradores de Canaã e estavam na lista de Deus como povos para serem destruídos; mas era tarde demais, a aliança tinha sido firmada e não poderia voltar atrás...
Muitas pessoas firmam impensadamente alianças muito sérias em suas vidas: casamentos, sociedades... E depois é que vão refletir sobre o que fizeram. Então é tarde. As alianças são registradas diante do Senhor. Elas têm um peso de responsabilidade e compromisso. Não podem ser desfeitas de maneira leviana... Por isso, querida irmã, pense muito antes de se casar. Pense muito antes de romper um casamento. Pense muito antes de fazer uma sociedade com alguém. Não somente pense, mas ore ao Senhor a respeito dessas decisões. Ouça a sua voz e não caia em armadilhas, para que, mais tarde, você não venha a se arrepender.
E Davi teve de escolher sete homens da família de Saul para serem enforcados, para que a chuva pudesse novamente cair sobre a terra de Israel. Davi escolheu os cinco filhos de Merabe, netos de Saul, e os dois filhos de Rispa, sua concubina.Rispa assistiu aos seus filhos amados serem enforcados sem nada poder fazer, pois eram descendentes de Saul. Ela pagou um pecado trrível pelos pecados de Saul e de sua família.A Bíblia diz que foram mortos nos primeiros dias da ceifa da cevada. Seus corpos foram esquecidos pelos seus executores; foram deixados no madeiro, ao relento... Então Rispa, a mãe de Armoni e Mefibosete, “tomou um pano de saco e o estendeu para si sobre uma penha, desde o princípio da ceifa, até que sobre eles caiu água do céu” (v.10). Rispa assistiu ao milagre da chuva caindo, após a execução do castigo conseqüente da ira irrefletida de Saul e de seu “zelo” pelo Senhor, levado a efeito fora da sua suprema vontade. Rispa pôde ver o valor de uma aliança feita diante de Deus... As conseqüências do rompimento de uma palavra empenhada.
E ela, que era a “pedra quente”, firme como uma rocha colocou pano de saco [sinal de luto] sobre a penha em frente aos cadáveres de seus filhos. Ela protegeu os corpos expostos as aves durante o dia e de outros animais durante a noite. [...] “e não deixou as aves do céu pousar sobre eles de dia, nem os animais do campo de noite.”(v.10.) Ao colocar ali um pano de saco e não um tapete “persa”, ou uma almofada confortável, percebe-se a dor de Rispa; sua humilhação diante de Deus em favor de seus filhos. O “pano de saco”, na Bíblia, sempre teve o significado de arrependimento e humilhação diante do Senhor. Para Rispa era sinal de luto, dor e muita tristeza.
Você pode imaginar a dor dessa mulher diante dos corpos em decomposição, dia e noite? Pode imaginar o que se passava em seu coração de mãe? Suas lágrimas e o desejo de vê-los com um sepultamento digno, pelo menos?
Ah! quantas mães como Rispa choram por seus filhos que estão mortos em seus delitos e pecados... Quantas mães que colocam “panos de saco” sobre a “Rocha”, que simboliza a Palavra de Deus e suas promessas, e vigiam seus filhos “mortos”. Não seus filhos literalmente mortos, mas espiritualmente mortos. Seus filhos nas drogas, nos vícios, na prostituição, no homossexualismo, nas depravações da imoralidade, nas mais extravagantes seitas... exalando o mau cheiro do pecado; decompondo-se dia-a-dia na podridão do mundo... Mães que oram, crendo no impossível; que Deus irá ressuscitar seus filhos e lhes dará uma nova e maravilhosa vida. Elas crêem que seus filhos receberão o “toque” de vida do Espírito Santo e serão ressuscitados, aleluia! E, por isso, elas não se cansam dia e noite de vigiar... E orar... E crer... Até que o “rei” olhe para elas, tenha misericórdia e faça cessar a sua dor.
Rispa ficou em seu posto sozinha. Espantava as aves de dia e as feras de noite. Ela não tinha medo. Não saía de sua “torre de vigia”, mas esperava que o rei se compadecesse e desse um sepultamento digno de nobres aos seus filhos. Ela ficou por muitos dias ali, passaram-se mais de dois meses, e isto foi dito a Davi. Ele então “tomou os ossos de Saul e os ossos de Jônatas [...] e também os ossos dos enforcados [...] Enterraram [...] na terra de Benjamim [...] Depois disto, Deus se tornou favorável para com a terra” (v.12-14). Enquanto Davi não honrou aos que morreram pelo pecado de outro, não houve o favor, de Deus sobre a terra. E foi Rispa quem fez a mão do rei Davi trazer a bênção novamente sobre Israel. A reverência de Rispa pela vida e o respeito pelos corpos dos seus filhos executados contribuiu para uma resposta favorável de Deus à nação, que ouviu e atendeu à sua oração (Veja 2 Sm 21.14)
Reflita:
♥ Você tem amado seus filhos e paga um preço de oração e jejum por eles?

♥ Onde e como estão seus filhos agora?

♥ Você, querida irmã, que talvez não seja ainda casada, mas pode sentir a dor de quantas pessoas estão mortas em seus pecados e precisam receber a Vida? Que tal orar por estas pessoas que estão à sua volta?

♥ Você sabe o que é assentar-se em “pano de saco” sobre a Penha? Tem buscado se humilhar diante do Senhor em oração?

♥ Você tem coragem suficiente para “enxotar” as aves de rapina e os animais (demônios e más companhias) que querem “devorar” seus filhos?

♥ Quanto você acha que valem as lágrimas de uma mãe?

♥Rispa foi um modelo de fidelidade, perseverança e fé.


♥Com meu amor, Lúcia Izidoro♥

Nossa Primeira Santa Ceia em Família. 14/05/11


Grupo das irmãs

Hora da mensagem

Nosso Prefeito

Grupo das Irmãs

Mesa linda!!!!

Coral de Jovens na arquibancdas

Grande Orquestra

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Mulher


Leitura Bíblica Gênesis 2.23"Agora sim! Esta é carne de minha carne e osso dos meus ossos".


O ser humano não foi criado para viver só. Deus planejou o casamento especialmente para homem e a mulher,isto é,ele projetou um relacionamento de total comunhão em que ambos pudessem viver juntos harmoniosamente,defrutando o amor e companheirismo mútuos.
É por isso que o homem deixa o seu pai e a sua mãe para se unir com a sua mulher,e os dois se tornam uma só pessoa(Gn 2. v 24).Uma coisa importante que eu encontrei nesta passagem bíblica é que o homem foi criado com a mulher oculta em seu ser.Deus extraiu então habilmente dele essa parte escondida chamada mulher.Ela foi tomada dele.Ele,formado do barro,ela feita de osso.O osso é resistente.Isto me diz que a
estatura da mulher é forte.Ela é um potencial.esta remoção deixou um vazio, e isso dá lugar à atração do homem por ela.A mulher passou a ser o lado mais suave do homem,a sua ternura e aquelas emoções que ele não podia compartilhar.Quando o homem faz amor com a mulher,está na verdade abraçando o lado mais suave de si mesmo.Segura nos braços tudo que é incapaz de dizer,a ama,toca,acaricia a parte de seu ser que desejaria que fosse abraçada;se for sábio fará isso com todas as suas forças.ternura,sensualidade e paixão irrompem quando ele passa a conhecer que, de Alguma forma, está fazendo amor com o lado mais terno de si mesmo.
A bíblia,dá uma recomendação aos maridos:"Assim também os maridos devem amar as suas mulheres como a seus próprios corpos"...(Ef 5.28,29).homema lgum sente alívio ao apertar nos braços uma mulher que tenha a mesma características que ele tem.De fato, a atração que sente por ela se baseia na parte que lhe falta.Ela é a costela removida que deixou vazio o seu lado.Quando se une a ela,sente-se completo.Ela não foi criada homem.Deus já tinha feito o varão.Ela é a beleza esplendorosa,multifacetada,a terna rosa.É o que a Bíblia chama de sua glória.É Eva,Maria,Joana...Uma mulher criada por seu criador,Deus!!!!
Com todo meu amor,
Lúcia Izidoro