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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O BRAMIDO DO MAR

Sempre que ouço O Mar na voz de Feliciano Amaral, lembro-me das praias da Barra da Tijuca. Nessa orla do Rio, as ondas, embaladas pelos bemóis do Atlântico, quedam docemente na areia. Elas ignoram os sustenidos do vento e não receiam as fermatas das tempestades, que, em semifusas, já solfejam ventanias. Vai o oceano, assim, subindo e descendo a escala cromática. Desce e sobe, sem pautas e sem claves. Aos meus ouvidos, tudo é música, inclusive os semitons das águas que se esbatem delicadamente contra as pedras.
A poesia do hino é bela e peregrina; sua melodia, única. Logo nos primeiros versos, o poeta busca um diálogo com aquele pedaço de litoral:
“Mar, quando tu quebras na praia,
Ó, grande mar, criação do Senhor,
Em ver tuas belezas sem par,
guardando mistério sem fim”.
Se o Atlântico exibe toda essa tranquilidade e calma, o que podemos dizer do Pacífico? Fernão de Magalhães deu-lhe este nome, porque, ao descobri-lo em 1520, comparou-o de imediato ao Atlântico. Da nau capitânia, viu que suas águas têm uma paz que já impressiona nos primeiros acordes. Se o Atlântico é poema, o Pacífico é poesia. Mas, no dia 11 de março de 2011, da garganta do serenado oceano, saiu um canto épico e embravecido. O poema não tinha rima nem métrica. Ignorando sua partitura, engoliu largas estrofes de terra e não clarinou nenhuma misericórdia. Se alguma música evocava naquele instante, certamente não era Strauss, mas o impetuoso Wagner.
Jamais vira cenas como aquelas. Acredito que nem mesmo os cineastas afeitos aos filmes de catástrofes seriam capazes de compor semelhante cenário. No improviso de sua fúria, as ondas entraram terra adentro, arrastando casas, edifícios e carros. Como fugir aos vagalhões que avançavam a oitocentos quilômetros por hora? Milhares de homens, mulheres e crianças foram levados pelas águas, que, furiosas, evocavam o dilúvio de Noé. Mas nenhuma arca de salvação havia sido preparada.
Veio-me à mente, naquele instante, uma profecia do Cristo quando encerrava o seu ministério terreno: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lc 21.25,26). Tais palavras, escritas há dois mil anos, pareciam ter sido reservadas para aquele instante. Nas entrelinhas da tragédia, a advertência final: Jesus em breve virá.
Não é próprio das feras o bramir? O mar que vejo das praias da Barra da Tijuca não brame; marulha suave e docemente, evocando Shakespeare: “Quando o mar está calmo, / Quantidades de barquinhos de papel / Criam coragem para enfrentar suas ondas impacientes”.
Que o mar se deite em marulhos e adormeça na praia. Mas, por que tem ele de vociferar como o leão? Recorro aos papiros de Lucas. Sempre tão exato e preciso, o evangelista, para descrever a fúria do mar, busca o verbo grego ēcheō. O vocábulo descreve um som, que, emitido pelo mar, leva as nações à perplexidade e à angústia.
Não ouve você este bramido?
John Gill pinta um quadro com cores fortes e carregadas. Ao comentar a passagem, em pauta, alerta o teólogo inglês, que, nestes últimos dias, o mar e as ondas rugirão como nunca antes rugiram. Tempestades e inundações levarão o mundo à inquietude e a um medo jamais sentido. E tudo isso é apenas o princípio das dores.
Por que Deus angustia as nações? Não bastam as guerras e os rumores guerreiros? Não bastam as pestes? E não basta ainda a fome, que, semeada no campo, ceifa a cidade? Por que, então, deleita-se o Senhor em angustiar a humanidade com o bramido de seus mares?
O vocábulo grego usado por Lucas para angústia é teologicamente forte. Em sua forma verbal, synecho denota preocupação, aflição, estreitamento. Nunca estes verbos fizeram-se tão presentes no vocabulário de nosso cotidiano. Consideremos também o outro vocábulo utilizado pelo Médico Amado. A palavra grega aporeo, traduzida por “expectativa”, descreve um estado mental de consumada agitação e ansiedade.
Conclui-se que o mar, com os seus bramidos, está deixando as nações com gravíssimos traumas psicológicos. No momento em que arrematava estas linhas, o Japão ainda contava os seus mortos e lutava por encontrar os desaparecidos.
Sim, por que Deus angustia as nações? Por que as deixa tão perplexas? Visa o Senhor duas coisas. Alertar-nos quanto à premência do arrebatamento da Igreja e levar os povos a conhecer o poder do Evangelho. Ele ama todas as etnias. Ao cantar a graça de Deus, Moisés põe-se a descrever-lhe o amor. Sim, um amor tão singular que não conhece fronteiras: “Na verdade, amas os povos” (Dt 33.3).
Escolhendo Israel como sua herança peculiar, Deus, em Cristo, elegeu todas as nações. E, particularmente amando cada povo, a todos deseja salvar coletivamente (Jo 3.16). Foi o que prometeu a Abraão: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Por isso, Ele tudo faz para atraí-las a si, inclusive enfurecendo as ondas do mar. Acredito que o povo japonês, abalado por essa tragédia, acha-se, agora, mais aberto à evangelização.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, escancarou Deus as portas do Japão às missões ocidentais. Infelizmente, não soubemos aproveitar o tempo da oportunidade. As estações se passaram e o país foi logo reconstruído. Não demorou muito e a prosperidade chegou. Em virtude desta, os japoneses fizeram-se surdos ao Evangelho. Mas as poucas igrejas semeadas no pós-guerra floresceram e, hoje, frutificam abundantemente. O resultado poderia ter sido bem melhor. Talvez, estivéssemos assistindo, agora, a um avivamento semelhante ao coreano.
Aquele tsunami não veio por acaso. Ou será necessário que o mar nos ruja, uma vez mais, para que atendamos ao chamado do Mestre?
    Pastor Claudionor de Andrade

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ANA JÚLIA


                                     Ana: Significa "graciosa" ou "cheia de graça".
                            
                                           O nome Ana vem do original em hebraico Hannah
                          mais tarde do latim Anna, que quer dizer "graciosa, cheia de graça".

                          JúliaSignifica “fofa”, “macia”, "jovem" ou “filha de Júpiter”.
  

                                       Júlia é a variante feminina de Júlio, nome originado no latim Julius, que deriva do grego Ioulos, que quer dizer "fofo" ou "macio”, em referência aos pelos faciais dos jovens, significando por extensão "jovem" ou "pessoa jovial".
        Angelical
        Nasceu para brilhar
        Amorosa e faceira
        
        Jeitosa como ela só
        Única no universo
        Linda princesa do pai
        Inteligente também
        Amiga como ninguém

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