quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

SER MÃE É...



Ser mãe é , aprender a amar desde quando o bebê ainda nem existe
Porém existe o  instinto materno de desejar ter a criança em seus braços.

mesmo sem ser  nascido mas lá no  ventre tão bem aninhado,

A saracotear dentro de mim, a fazer a maior pressão
Dizendo: tenho pressa de nascer, não vejo  a hora chegar.

A mãe tem  a certeza de que o ama
Ao vê-lo pela primeira vez tão pequenino, tão indefeso
Quando a aconcheguei calorosamente em meus braços,
Ao perceber que você era mais uma razão para eu viver.

Venho amando você desde sempre e incansavelmente a cada
dia que nasce, até nascer mais uma vez...

É por isso que hoje,eu desejo na sua vida todos os motivos para
que possa sempre sorrir e para garantir graças, bênçãos e
abundância em sua vida. Confio você a Deus para que o cuide
com jeitinho, com carinho, que se aninhe em seu coração lhe
mostrando sempre o bom caminho.

AMO MAIS QUE MINHA PRÓPRIA VIDA!










M ais que minha própria vida
A mor, você é assim!
Único. E meu...
aio de luz
O sol brilhou pra mim quando eu te conheci. 
                                     Te amo!
            Mauro & Lúcia izidoro

sábado, 21 de janeiro de 2017

A beleza e relevância do papel materno conforme definido pela Escritura


          
  A maternidade implica em deveres. A Bíblia nos diz que, uma vez que Deus nos deu filhos, devemos reconhecer que a responsabilidade de criá-los à luz dos princípios estabelecidos por Deus em sua Palavra. Os pais são responsáveis pelas vidas dos filhos, em especial no que diz respeito a seus primeiros anos. É certo que, ao crescerem, os filhos tomarão suas próprias decisões, mas cabe aos pais educá-los na “disciplina e admoestação do Senhor” (Ef 6.4). Essa responsabilidade é dos pais, e eles não devem delegá-la, nem a escola, nem à igreja.
            Por fim, a maternidade é uma missão. O grande propósito da vida das mães é fornecer ao mundo homens e mulheres capazes de influenciar o curso da história. Ana cumpriu essa missão: Samuel foi o maior de todos os juízes de Israel, um dos mais marcantes tipos de Cristo no Velho Testamento (juiz, sacerdote e profeta).
Que Deus te abençoe, a fim de que você Maily, cumpra essa tarefa maravilhosa de moldar o caráter de seus filhos, fornecendo ao mundo homens e mulheres de Deus.
         
Com amor, Grupo do Círculo de Oração Eshaday


sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

A benção de ser mãe


             


A nós mulheres, Deus concedeu o privilégio maravilhoso dando o poder de gerar !
Mês a mês sentir aquele ser lindo se desenvolvendo dentro de nós , seu coraçãozinho batendo, seus movimentos sorrateiros...É muita bênção!

Que sensação incomparável...gerar uma vida dentro de nosso ventre! É algo tremendo, eu diria que Deus nos amou de tal maneira que nos proporcionou esta experiência inigualável.
Por isso queremos homenagear a você Malkia, pelo privilégio, que lhe foi
Concedido o de ser mãe. Bem sabemos que com o nascimento de um filho muitas mães passam por um período de adaptação e as vezes até depressão por se sentirem incapazes ou até mesmo por terem medo de não saber cuidar do seu bebezinho. Sentem o peso da responsabilidade e temem que lhe aconteça algo de mal, e às vezes se desesperam a ponto de chorar.

Eu me lembro que quando o meu primeiro filho nasceu fiquei meio desorientada. Quando ele chorava eu chorava também, porque eu achava que ele estava sofrendo. Meu coração partia e eu me desesperava devido ao meu sentimento em poupá-la de qualquer dor.
Os filhos são cercados de amor e proteção e mesmo quando eles crescem parece que a responsabilidade da mãe em relação a procriação, não termina. Para nós, mães, os filhos sempre precisam de nossa proteção.
Nada supera o amor de mãe; a mulher deixa de viver sua própria vida para viver em função de seus filhos, tem um sentimento profundo de amor, dedicação, doação. Sem dúvida é uma doação pois quando você ama, você se doa por completo. A mãe se esforça ao máximo para suprir as necessidades de seu filho, para satisfazer seus desejos, enchê-lo de carinho, mimo, proteção, sempre lutando para que o mesmo atinja seus objetivos. A sua maior realização é ver a felicidade de seu filho.
Por isso o grupo Elshadday louva a Deus pelo dom da vida .
Kia, mulher virtuosa, merece todo respeito e admiração sempre, pois o sentimento que você traz em seu coração por esta criança que você gerou é indescritível e incomensurável, é um amor que só foi superado pelo amor de Jesus.

"PARABÉNS MAMÃE, VOCÊ MERECE TODAS AS BÊNÇÃOS DE DEUS"
Com meu amor...Lúcia Izidoro

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Bodas de Alabastro

Depois de todos esses anos juntos, o que mais posso fazer é te agradecer por tanta dedicação a mim. Só posso a agradecer a Deus, por ter me dado você.
Que possamos a cada dia conquistar mais coisas juntos e viver intensamente tudo que acontecer.
Que eu possa te fazer tão feliz, assim como você me faz.
E que o nosso casamento seja sinônimo de alegria, tolerância, respeito, cumplicidade,carinho e muito amor!

Te amo demais!--- Lucia Izidoro Mauro Izidoro

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

A glória de um burrinho



Era uma vez um burrinho. Burrinho como os demais burrinhos que viviam no pasto e que prestavam serviços, quando necessitavam deles.
Um dia, houve grande festa naquela terra. Era feriado. Feriado nacional. Comércio fechado. Escolas sem aula. Tudo parado.
Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria propagado desfile militar e escolar. É que as jóias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas.
Aí, precisaram de um burrinho que transportasse, processionalmente, aqueles tesouros, que representavam a história gloriosa daquela nação.
E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto. Colocaram régios arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol daquela manhã engalanada e festiva. Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas jóias reais. No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada.
Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava.
Acabado o desfile, retiraram as jóias que o burrinho carregava, os arreios dourados, os adereços todos e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades.
Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros. Disse ele, vaidoso:
- Vocês viram o que me aconteceu? Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã. E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza! Até os soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança. Vejam como eu sou importante! Vejam!
Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro gabola, desafiou-o:
- Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar às avenidas por onde passou. Vá. Eu quero ver o que acontecerá...
O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi. Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiravam-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara.
Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam com desprezo e desdém.
- E agora, o que dizes? – perguntaram-lhe, com zombaria.
Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou:
É. É verdade. Eu não tinha importância alguma. Eu sou igualzinho aos outros burrinhos. Só fui aplaudido porque e enquanto carreguei as jóias do rei...
Linda lição para nós! Para cada um de nós, hoje. Nela reflitamos, com humildade, na presença santíssima do Rei, de quem somos apenas servos, tantas vezes inúteis...

Rev. Ivan Espíndola de Ávila (Escritor e poeta, autor de vários livros, é presidente da Academia Paulista Evangélica de Letras).



sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O BRAMIDO DO MAR

Sempre que ouço O Mar na voz de Feliciano Amaral, lembro-me das praias da Barra da Tijuca. Nessa orla do Rio, as ondas, embaladas pelos bemóis do Atlântico, quedam docemente na areia. Elas ignoram os sustenidos do vento e não receiam as fermatas das tempestades, que, em semifusas, já solfejam ventanias. Vai o oceano, assim, subindo e descendo a escala cromática. Desce e sobe, sem pautas e sem claves. Aos meus ouvidos, tudo é música, inclusive os semitons das águas que se esbatem delicadamente contra as pedras.
A poesia do hino é bela e peregrina; sua melodia, única. Logo nos primeiros versos, o poeta busca um diálogo com aquele pedaço de litoral:
“Mar, quando tu quebras na praia,
Ó, grande mar, criação do Senhor,
Em ver tuas belezas sem par,
guardando mistério sem fim”.
Se o Atlântico exibe toda essa tranquilidade e calma, o que podemos dizer do Pacífico? Fernão de Magalhães deu-lhe este nome, porque, ao descobri-lo em 1520, comparou-o de imediato ao Atlântico. Da nau capitânia, viu que suas águas têm uma paz que já impressiona nos primeiros acordes. Se o Atlântico é poema, o Pacífico é poesia. Mas, no dia 11 de março de 2011, da garganta do serenado oceano, saiu um canto épico e embravecido. O poema não tinha rima nem métrica. Ignorando sua partitura, engoliu largas estrofes de terra e não clarinou nenhuma misericórdia. Se alguma música evocava naquele instante, certamente não era Strauss, mas o impetuoso Wagner.
Jamais vira cenas como aquelas. Acredito que nem mesmo os cineastas afeitos aos filmes de catástrofes seriam capazes de compor semelhante cenário. No improviso de sua fúria, as ondas entraram terra adentro, arrastando casas, edifícios e carros. Como fugir aos vagalhões que avançavam a oitocentos quilômetros por hora? Milhares de homens, mulheres e crianças foram levados pelas águas, que, furiosas, evocavam o dilúvio de Noé. Mas nenhuma arca de salvação havia sido preparada.
Veio-me à mente, naquele instante, uma profecia do Cristo quando encerrava o seu ministério terreno: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lc 21.25,26). Tais palavras, escritas há dois mil anos, pareciam ter sido reservadas para aquele instante. Nas entrelinhas da tragédia, a advertência final: Jesus em breve virá.
Não é próprio das feras o bramir? O mar que vejo das praias da Barra da Tijuca não brame; marulha suave e docemente, evocando Shakespeare: “Quando o mar está calmo, / Quantidades de barquinhos de papel / Criam coragem para enfrentar suas ondas impacientes”.
Que o mar se deite em marulhos e adormeça na praia. Mas, por que tem ele de vociferar como o leão? Recorro aos papiros de Lucas. Sempre tão exato e preciso, o evangelista, para descrever a fúria do mar, busca o verbo grego ēcheō. O vocábulo descreve um som, que, emitido pelo mar, leva as nações à perplexidade e à angústia.
Não ouve você este bramido?
John Gill pinta um quadro com cores fortes e carregadas. Ao comentar a passagem, em pauta, alerta o teólogo inglês, que, nestes últimos dias, o mar e as ondas rugirão como nunca antes rugiram. Tempestades e inundações levarão o mundo à inquietude e a um medo jamais sentido. E tudo isso é apenas o princípio das dores.
Por que Deus angustia as nações? Não bastam as guerras e os rumores guerreiros? Não bastam as pestes? E não basta ainda a fome, que, semeada no campo, ceifa a cidade? Por que, então, deleita-se o Senhor em angustiar a humanidade com o bramido de seus mares?
O vocábulo grego usado por Lucas para angústia é teologicamente forte. Em sua forma verbal, synecho denota preocupação, aflição, estreitamento. Nunca estes verbos fizeram-se tão presentes no vocabulário de nosso cotidiano. Consideremos também o outro vocábulo utilizado pelo Médico Amado. A palavra grega aporeo, traduzida por “expectativa”, descreve um estado mental de consumada agitação e ansiedade.
Conclui-se que o mar, com os seus bramidos, está deixando as nações com gravíssimos traumas psicológicos. No momento em que arrematava estas linhas, o Japão ainda contava os seus mortos e lutava por encontrar os desaparecidos.
Sim, por que Deus angustia as nações? Por que as deixa tão perplexas? Visa o Senhor duas coisas. Alertar-nos quanto à premência do arrebatamento da Igreja e levar os povos a conhecer o poder do Evangelho. Ele ama todas as etnias. Ao cantar a graça de Deus, Moisés põe-se a descrever-lhe o amor. Sim, um amor tão singular que não conhece fronteiras: “Na verdade, amas os povos” (Dt 33.3).
Escolhendo Israel como sua herança peculiar, Deus, em Cristo, elegeu todas as nações. E, particularmente amando cada povo, a todos deseja salvar coletivamente (Jo 3.16). Foi o que prometeu a Abraão: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Por isso, Ele tudo faz para atraí-las a si, inclusive enfurecendo as ondas do mar. Acredito que o povo japonês, abalado por essa tragédia, acha-se, agora, mais aberto à evangelização.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, escancarou Deus as portas do Japão às missões ocidentais. Infelizmente, não soubemos aproveitar o tempo da oportunidade. As estações se passaram e o país foi logo reconstruído. Não demorou muito e a prosperidade chegou. Em virtude desta, os japoneses fizeram-se surdos ao Evangelho. Mas as poucas igrejas semeadas no pós-guerra floresceram e, hoje, frutificam abundantemente. O resultado poderia ter sido bem melhor. Talvez, estivéssemos assistindo, agora, a um avivamento semelhante ao coreano.
Aquele tsunami não veio por acaso. Ou será necessário que o mar nos ruja, uma vez mais, para que atendamos ao chamado do Mestre?
    Pastor Claudionor de Andrade

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

ANA JÚLIA


                                     Ana: Significa "graciosa" ou "cheia de graça".
                            
                                           O nome Ana vem do original em hebraico Hannah
                          mais tarde do latim Anna, que quer dizer "graciosa, cheia de graça".

                          JúliaSignifica “fofa”, “macia”, "jovem" ou “filha de Júpiter”.
  

                                       Júlia é a variante feminina de Júlio, nome originado no latim Julius, que deriva do grego Ioulos, que quer dizer "fofo" ou "macio”, em referência aos pelos faciais dos jovens, significando por extensão "jovem" ou "pessoa jovial".
        Angelical
        Nasceu para brilhar
        Amorosa e faceira
        
        Jeitosa como ela só
        Única no universo
        Linda princesa do pai
        Inteligente também
        Amiga como ninguém

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Você Realmente Já Amou Uma Mulher?












Para realmente amar uma mulher, para compreendê-la
Você precisa conhecê-la profundamente por dentro
Ouvir cada pensamento, ver cada sonho
E dar-lhe asas quando ela quiser voar
Então, quando você se achar repousando
Desamparado nos braços dela
Você saberá que realmente ama uma mulher

Quando você ama uma mulher
Você lhe diz que ela, realmente, é desejada
Quando você ama uma mulher
Você lhe diz que ela é a única
Pois ela precisa de alguém
Para dizer-lhe que vai durar para sempre
Então diga-me: você realmente, realmente
Realmente já amou uma mulher?

Para realmente amar uma mulher, deixe-a segurar você
Até que você saiba como ela precisa ser tocada
Você precisa respirá-la, realmente saboreá-la
Até que você possa senti-la em seu sangue
E quando você puder ver, seus filhos que ainda não nasceram dentro dos olhos dela
Você saberá que realmente ama uma mulher

Quando você ama uma mulher
Você diz a ela o quanto ela é desejada
Quando você ama uma mulher
Você diz a ela, que ela é a única
Porque ela precisa de alguém
Para dizer a ela, que você irá estar sempre junto
Então me diga, você realmente
Realmente, realmente já amou uma mulher?

Você precisa dar-lhe um pouco de fé
Segurá-la bem apertado, um pouco de ternura
Precisa tratá-la bem
Ela estará perto de você, cuidando bem de você
Você realmente precisa amar sua mulher, yeah

E quando você se achar repousando, desamparado nos braços dela
Você saberá que realmente ama uma mulher

Quando você ama uma mulher
Você diz a ela que ela é realmente desejada
Quando você ama uma mulher
Você diz a ela, que ela é a única
Porque ela precisa de alguém
Para dizer a ela, que você irá estar sempre junto
Então me diga, você realmente
Realmente, realmente já amou uma mulher? Yeah
Somente me diga, você realmente
Realmente, realmente já amou uma mulher?
Oh! Somente me diga, você realmente
Realmente, realmente, já amou uma mulher?

domingo, 27 de novembro de 2016


Decorando a Mesa do Jantar

O guardanapo com estampa adiciona cor a mesa
 a
                                                 Flores no centro da mesa alegra o ambiente

                                         

               Nunca esqueça o garfo fica sempre ao lado esquerdo e a faca ao lado direito
                                                         Um  toque especial
                                                                  Café da tarde

Linda decoração
                                                                 Simples assim...








quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Quem sou eu?!

Alguns fatos sobre mim:Primeiramente amo a Deus o criador do universo.Amo minha família.Amo meus amigos.Amo fazer o bem sem olhar a quem.Sou uma mulher que chora não porque sou fraca mas porque tenho sesnsibilidade.Uma mulher que chora é poderosa sabe porque? ás lágrimas de uma mulher é como dinamite diante do seu criador.Sou feliz pois Deus tem sido compassível á mim colocando pessoas especiais ao meu caminho tenho um esposo maravilhoso.Procuro vivenciar a cada dia o gostoso sabor do amor,quebrando o maior de todos os paradgmas.A felicidade é somente para aqueles que amam como Cristo amou.Ah,sou desprovida de beleza física,minha beleza está no meu interior.Também não importo ser
cotraversial.Amo envelhecer porque só assim é que eu amadureço.Eu amo ser diferente.Se precisar de mim mande-me um recado pelo vento,estarei aqui... 

O orgulho...

Muitas vezes nosso orgulho impede que sejamos abençoados, não gostamos de ser corrigidos e não gostamos de parecer menor ou menos capaz que alguém, porque queremos sempre ocupar um lugar de honra na mente das pessoas, e isso nos leva a agir com nossa própria força, usando os próprios recursos. Mas quando deixamos Deus agir em nossa vida, e reconhecemos que somos menores que a adversidade, o Senhor usa Seus recursos para nos 
exaltar e nos honrar, no devido tempo, para que Seu nome seja glorificado.
Ótima noite(¯`v´¯)-↰
.`•.¸.•´Te desejo
¸.•´¸.•´¨) ¸.•*¨)Tudo de bom!!
(¸.•´ (¸.•´ .•´ ¸¸.•¨(¯`v´¯)-Com carinho...
(¸.•´ .•´ (¸.•´ (¸.•´(¸.•´ (¸.•´ .` •.¸.•Lucia Izidoro