Aconselhamento,E.B.D,Estudos Bíblicos,Reflexões,Modas Etc. este é meu primeiro blogger SEJA BEM-VINDO!!!
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
FELIZ ANIVERSÁRIO DANY!!
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
SIGNIFICADO DO MEU NOME
...Perfeita acho que não. Prossigo para o alvo. Linda,... Minha beleza vem do meu interior. Agora, o restante tem tudo haver comigo!-------Lúcia Mauro
sábado, 11 de fevereiro de 2017
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
SER MÃE É...
sábado, 21 de janeiro de 2017
A beleza e relevância do papel materno conforme definido pela Escritura
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
A benção de ser mãe
Mês a mês sentir aquele ser lindo se desenvolvendo dentro de nós , seu coraçãozinho batendo, seus movimentos sorrateiros...É muita bênção!
Que sensação incomparável...gerar uma vida dentro de nosso ventre! É algo tremendo, eu diria que Deus nos amou de tal maneira que nos proporcionou esta experiência inigualável.
Por isso queremos homenagear a você Malkia, pelo privilégio, que lhe foi
Concedido o de ser mãe. Bem sabemos que com o nascimento de um filho muitas mães passam por um período de adaptação e as vezes até depressão por se sentirem incapazes ou até mesmo por terem medo de não saber cuidar do seu bebezinho. Sentem o peso da responsabilidade e temem que lhe aconteça algo de mal, e às vezes se desesperam a ponto de chorar.
Eu me lembro que quando o meu primeiro filho nasceu fiquei meio desorientada. Quando ele chorava eu chorava também, porque eu achava que ele estava sofrendo. Meu coração partia e eu me desesperava devido ao meu sentimento em poupá-la de qualquer dor.
Os filhos são cercados de amor e proteção e mesmo quando eles crescem parece que a responsabilidade da mãe em relação a procriação, não termina. Para nós, mães, os filhos sempre precisam de nossa proteção.
Nada supera o amor de mãe; a mulher deixa de viver sua própria vida para viver em função de seus filhos, tem um sentimento profundo de amor, dedicação, doação. Sem dúvida é uma doação pois quando você ama, você se doa por completo. A mãe se esforça ao máximo para suprir as necessidades de seu filho, para satisfazer seus desejos, enchê-lo de carinho, mimo, proteção, sempre lutando para que o mesmo atinja seus objetivos. A sua maior realização é ver a felicidade de seu filho.
Por isso o grupo Elshadday louva a Deus pelo dom da vida .
Kia, mulher virtuosa, merece todo respeito e admiração sempre, pois o sentimento que você traz em seu coração por esta criança que você gerou é indescritível e incomensurável, é um amor que só foi superado pelo amor de Jesus.
Com meu amor...Lúcia Izidoro
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
Bodas de Alabastro
Depois de todos esses anos juntos, o que mais posso fazer é te agradecer por tanta dedicação a mim. Só posso a agradecer a Deus, por ter me dado você.
Que possamos a cada dia conquistar mais coisas juntos e viver intensamente tudo que acontecer.
Que eu possa te fazer tão feliz, assim como você me faz.
E que o nosso casamento seja sinônimo de alegria, tolerância, respeito, cumplicidade,carinho e muito amor!
Te amo demais!--- Lucia Izidoro Mauro Izidoro
segunda-feira, 19 de dezembro de 2016
A glória de um burrinho
Um dia, houve grande festa naquela terra. Era feriado. Feriado nacional. Comércio fechado. Escolas sem aula. Tudo parado.
Nas avenidas principais daquela cidade, devidamente ornamentadas, aconteceria propagado desfile militar e escolar. É que as jóias, insígnias, bandeiras, medalhas, coroas que pertenceram ao rei daquele país seriam apresentadas ao povo, esparramado pelas calçadas.
Aí, precisaram de um burrinho que transportasse, processionalmente, aqueles tesouros, que representavam a história gloriosa daquela nação.
E o burrinho, de que lhes falo, foi apanhado, lá no pasto. Colocaram régios arreios sobre seus lombos, ornamentos dourados que brilhavam ao sol daquela manhã engalanada e festiva. Encimando aqueles arreios, dispostas com muita arte e gosto, as preciosas jóias reais. No desfile militar, o pacato quadrúpede ocupava lugar de destaque, comandando a parada.
Rojões espocavam, a multidão aplaudia, a tropa se perfilava, numa alegria contagiante, que deslumbrava e emocionava.
Acabado o desfile, retiraram as jóias que o burrinho carregava, os arreios dourados, os adereços todos e ele foi levado de volta ao pasto, sem maiores formalidades.
Lá chegando, o burrinho começou a conversar com os outros burricos, seus companheiros. Disse ele, vaidoso:
- Vocês viram o que me aconteceu? Andei pelas avenidas da cidade, nesta manhã. E quando eu passava, soltaram fogos e foguetes, houve aplausos de todos os lados, uma beleza! Até os soldados perfilaram-se, em continência, enquanto bandas de música celebravam a festança. Vejam como eu sou importante! Vejam!
Aí, um outro burrico, que ouvia aquela bazófia do companheiro gabola, desafiou-o:
- Se você é tudo isso que está dizendo, tenha a coragem de retornar às avenidas por onde passou. Vá. Eu quero ver o que acontecerá...
O burrinho vaidoso aceitou o desafio. Foi. Mas quando ele passava, apesar da cadência de seu passo garboso, moleques atiravam-lhe pedras, populares enxotaram-no aos gritos, brandindo relhos e chicotes, numa correria bárbara.
Cansado, resfolegando, envergonhado, assustadíssimo, o burrico retornou ao pasto, onde encontrou seus amigos, que o receberam com desprezo e desdém.
- E agora, o que dizes? – perguntaram-lhe, com zombaria.
Então o burrinho vaidoso, cabisbaixo, filosofou:
É. É verdade. Eu não tinha importância alguma. Eu sou igualzinho aos outros burrinhos. Só fui aplaudido porque e enquanto carreguei as jóias do rei...
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
O BRAMIDO DO MAR
Sempre que ouço O Mar na voz de Feliciano Amaral, lembro-me das praias da Barra da Tijuca. Nessa orla do Rio, as ondas, embaladas pelos bemóis do Atlântico, quedam docemente na areia. Elas ignoram os sustenidos do vento e não receiam as fermatas das tempestades, que, em semifusas, já solfejam ventanias. Vai o oceano, assim, subindo e descendo a escala cromática. Desce e sobe, sem pautas e sem claves. Aos meus ouvidos, tudo é música, inclusive os semitons das águas que se esbatem delicadamente contra as pedras.
A poesia do hino é bela e peregrina; sua melodia, única. Logo nos primeiros versos, o poeta busca um diálogo com aquele pedaço de litoral:
“Mar, quando tu quebras na praia,
Ó, grande mar, criação do Senhor,
Em ver tuas belezas sem par,
guardando mistério sem fim”.
Se o Atlântico exibe toda essa tranquilidade e calma, o que podemos dizer do Pacífico? Fernão de Magalhães deu-lhe este nome, porque, ao descobri-lo em 1520, comparou-o de imediato ao Atlântico. Da nau capitânia, viu que suas águas têm uma paz que já impressiona nos primeiros acordes. Se o Atlântico é poema, o Pacífico é poesia. Mas, no dia 11 de março de 2011, da garganta do serenado oceano, saiu um canto épico e embravecido. O poema não tinha rima nem métrica. Ignorando sua partitura, engoliu largas estrofes de terra e não clarinou nenhuma misericórdia. Se alguma música evocava naquele instante, certamente não era Strauss, mas o impetuoso Wagner.
Jamais vira cenas como aquelas. Acredito que nem mesmo os cineastas afeitos aos filmes de catástrofes seriam capazes de compor semelhante cenário. No improviso de sua fúria, as ondas entraram terra adentro, arrastando casas, edifícios e carros. Como fugir aos vagalhões que avançavam a oitocentos quilômetros por hora? Milhares de homens, mulheres e crianças foram levados pelas águas, que, furiosas, evocavam o dilúvio de Noé. Mas nenhuma arca de salvação havia sido preparada.
Veio-me à mente, naquele instante, uma profecia do Cristo quando encerrava o seu ministério terreno: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados” (Lc 21.25,26). Tais palavras, escritas há dois mil anos, pareciam ter sido reservadas para aquele instante. Nas entrelinhas da tragédia, a advertência final: Jesus em breve virá.
Não é próprio das feras o bramir? O mar que vejo das praias da Barra da Tijuca não brame; marulha suave e docemente, evocando Shakespeare: “Quando o mar está calmo, / Quantidades de barquinhos de papel / Criam coragem para enfrentar suas ondas impacientes”.
Que o mar se deite em marulhos e adormeça na praia. Mas, por que tem ele de vociferar como o leão? Recorro aos papiros de Lucas. Sempre tão exato e preciso, o evangelista, para descrever a fúria do mar, busca o verbo grego ēcheō. O vocábulo descreve um som, que, emitido pelo mar, leva as nações à perplexidade e à angústia.
Não ouve você este bramido?
John Gill pinta um quadro com cores fortes e carregadas. Ao comentar a passagem, em pauta, alerta o teólogo inglês, que, nestes últimos dias, o mar e as ondas rugirão como nunca antes rugiram. Tempestades e inundações levarão o mundo à inquietude e a um medo jamais sentido. E tudo isso é apenas o princípio das dores.
Por que Deus angustia as nações? Não bastam as guerras e os rumores guerreiros? Não bastam as pestes? E não basta ainda a fome, que, semeada no campo, ceifa a cidade? Por que, então, deleita-se o Senhor em angustiar a humanidade com o bramido de seus mares?
O vocábulo grego usado por Lucas para angústia é teologicamente forte. Em sua forma verbal, synecho denota preocupação, aflição, estreitamento. Nunca estes verbos fizeram-se tão presentes no vocabulário de nosso cotidiano. Consideremos também o outro vocábulo utilizado pelo Médico Amado. A palavra grega aporeo, traduzida por “expectativa”, descreve um estado mental de consumada agitação e ansiedade.
Conclui-se que o mar, com os seus bramidos, está deixando as nações com gravíssimos traumas psicológicos. No momento em que arrematava estas linhas, o Japão ainda contava os seus mortos e lutava por encontrar os desaparecidos.
Sim, por que Deus angustia as nações? Por que as deixa tão perplexas? Visa o Senhor duas coisas. Alertar-nos quanto à premência do arrebatamento da Igreja e levar os povos a conhecer o poder do Evangelho. Ele ama todas as etnias. Ao cantar a graça de Deus, Moisés põe-se a descrever-lhe o amor. Sim, um amor tão singular que não conhece fronteiras: “Na verdade, amas os povos” (Dt 33.3).
Escolhendo Israel como sua herança peculiar, Deus, em Cristo, elegeu todas as nações. E, particularmente amando cada povo, a todos deseja salvar coletivamente (Jo 3.16). Foi o que prometeu a Abraão: “Em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn 12.3). Por isso, Ele tudo faz para atraí-las a si, inclusive enfurecendo as ondas do mar. Acredito que o povo japonês, abalado por essa tragédia, acha-se, agora, mais aberto à evangelização.
Terminada a Segunda Guerra Mundial, escancarou Deus as portas do Japão às missões ocidentais. Infelizmente, não soubemos aproveitar o tempo da oportunidade. As estações se passaram e o país foi logo reconstruído. Não demorou muito e a prosperidade chegou. Em virtude desta, os japoneses fizeram-se surdos ao Evangelho. Mas as poucas igrejas semeadas no pós-guerra floresceram e, hoje, frutificam abundantemente. O resultado poderia ter sido bem melhor. Talvez, estivéssemos assistindo, agora, a um avivamento semelhante ao coreano.
Aquele tsunami não veio por acaso. Ou será necessário que o mar nos ruja, uma vez mais, para que atendamos ao chamado do Mestre?
Pastor Claudionor de Andrade
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
ANA JÚLIA
Júlia: Significa “fofa”, “macia”, "jovem" ou “filha de Júpiter”.








